segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Como transferir a carteira de motorista para a Áustria

Os brasileiros residentes na Áustria apenas podem dirigir com a carteira brasileira (ainda que ela esteja internacionalizada) por um período máximo de 6 meses. Ou seja: se você migrou para a Áustria, para o resto da vida ou apenas por um período superior a esses 6 meses, terá que transferir sua carteira para cá.

No caso da carteira de motorista brasileira, não é necessário fazer uma prova teórica, mas uma prova prática. O problema é que na prova prática, podem ser cobrados conteúdos teóricos, então é importante se preparar para as pequenas diferenças no modo de dirigir, além da sinalização do trânsito. Por isso, é recomendável estudar o código do trânsito daqui. Em muitas auto-escolas, é possível comprar um Scriptum (o livrinho com as regras).

Sobre a migração em si, o caminho mais fácil para se informar  é ir pessoalmente até uma auto-escola (Farhschule) e eles irão passar as informações necessárias. Mas de qualquer maneira, existe um caminho que deve ser pessoalmente por você.
Um deles, é providenciar todos os seguintes documentos ao Verkehrsamt (seria o equivalente ao nosso DETRAN):

  • Tradução da carteira de motorista: Pode ser feita na hora por 18 euros na ÖAMTC. Os endereços de Viena estão disponíveis aqui.
  • Exame médico: a lista dos médicos licenciados por distrito está disponível aqui. Costuma custar 35 euros.
  • Formulário de requerimento
  • Documento para a prova prática, preenchido e assinado por uma auto-escola (este é oferecido pela auto-escola).
  • Foto tamanho passaporte (a oficial de toda a Europa).

Precisa levar, original e 2 cópias dos seguintes documentos:

  • Passaporte
  • Registro de residência (Meldezettel)
  • Carteira de motorista


Sobre custos (estimados):

  • Tradução: 18 euros
  • Exame médico - 35 a 60 euros
  • Auto escola (2 horas de aula + custos da burocracia): de 270 a 320 euros
  • Taxa da prova prática: 60 euros
  • Impressão da carteira de motorista: 60 euros

Passada e aprovada a prova, a parte ruim é que, uma vez que você consegue a carteira austríaca, a brasileira ficará retida pelas autoridades austríacas. Uma opção parcial, seria pedir uma segunda via da carteira de motorista brasileira.

Ainda não fiz a prova, não sei como são as aulas, nem passei pelo exame médico. Quando conseguir terminar isso tudo, atualizo o post.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Samba e percussão brasileira em Viena

Tem horas que a saudade bate, a gente pensa sobre o carnaval, e a vontade de ouvir um samba bom só aumenta.

Pra quem quiser se aventurar no mundo do samba na Áustria, segue um apanhado de informações úteis sobre onde tocar e dançar. Vale compartilhar também com aquele amigo austríaco que sempre quis aprender a tocar agogo ou tamborim e não sabe por onde começar.



Pra tocar

Batala Samba
Workshop de música e dança é oferecido duas vezes ao ano.
São 10 aulas divididas em 3 meses, no 13o. Distrito.
Batala Boom é um outro projeto, mais relacionado a samba-reggae. O workshop de 4 aulas custa 80 euros.

Vienna Samba Project
Grupo de samba, abre espaço para novos participantes algumas vezes ao ano.
O calendário de apresentações está disponível clicando em Termine.

Baturim
Não é apenas um grupo, mas uma escola de samba em Viena.
Ensaios são as quartas-feiras, das 19h30 as 22h30.
Eles são parceiros de um grupo de samba em Graz, o Sambagasch.

STIXX - Frauen Trommeln
Grupo feminista de percussão em Viena.
Ensaios acontecem no WUK, FZ -Bar, e custa 20 euros ao mês.

Samba Quilombo
Grupo formado por maioria de músicos brasileiros.
Ensaios às quintas, das 18 as 18h50, em Rochusgasse.
10 euros uma hora, 80 euros o bloco com 10 aulas.

Maracatu Caxinguelê
Não é samba, é maracatu. E maracatu feito por austríacos.
Ensaios acontecem na quinta-feira pela noite (18h00 para iniciantes, 19h00 ensaio geral).


Pra dançar

Escola Tumbao
Aulas às quintas, às 17 e 18h00
- 8 semanas de curso: 95 euros

Salsarya
A escola não oferece um curso específico de samba, mas o ritmo está incluído dentro das danças latino-americanas.

Tanzgitti
Oferece alguns workshops pontuais de samba. em Neubaugasse.
2 horas e meia de aula custa 33 euros.



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Minha conta do Tweeter for haqueada.

Minha conta do Twitter foi hackeada. Aqui eles explicam o procedimento padrão para esses casos. Mas ninguém responde o e-mail de denúncia.



Tive que me desconectar dos aplicativos que usavam o Twitter, trocar senha, e gastar mais de 800 cliques para deixar de seguir pessoas que nunca seguiria. Tinha desde páginas de esporte a falantes de todas as línguas com alfabetos que não sei ler, além é claro do mercado do sexo. Um dos perfis era literalmente a buceta de uma mulher.

Tinha também a sessão de auto-ajuda, personalidades de internet, como se tornar milionário e empreendedor de sucesso e a artistas (in)dependentes de hacker a conta dos outros. Além de algumas coisas retwetadas por mim que jamais o faria.

Imagino que sejam esse mega-computadores que estão em algum lugar da Ásia processando a política de marketing digital de algumas marcas e agências de publicidade.

Eu, que sou uma "Zé ninguém" do mundo virtual.
Agora imagina essa galera fazendo revoluções e querendo mudar o mundo?
Acho válido a gente se informar mais sobre isso, e sobre como se proteger. O blog "Escreva Lola, escreva" foi raqueado recentemente por movimentos misóginos organizados. E tem um texto mais recente publicado sobre a saída de uma feminista do Twitter, pelo fato dele não dar proteção.

Hoje pela manhã estava seguindo mais de 1000 pessoas. Voltei às minhas míseras 200.
Desconectei meu twitter do Facebook também. Pausa nas redes até a gente saber lidar melhor com tudo isso.

Sobre senhas, fica a dica do companheiro computeiro. Usem esse link aqui da Naked Security.

E a piada abaixo ajuda a entender o problema com as senhas.
Fonte: https://xkcd.com/936/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Biorama 2017 (Viena)

Em meados de maio aconteceu em Viena a feira Biorama. É uma iniciativa da revista de produtos orgânicos Biorama.
Aqui, listo algumas das coisas interessantes achadas por lá!


Achill und Söhne
Loja de sapatos em Viena, mas sobretudo, produtores de um equipamento para fortalecimento dos pés. Trabalham com marcas ortopédicas, e tem opções veganas.


Magdas Design

É um empreendimento social, que tem empregado refugiados em Viena. O produto chave é o copo (e potes) produzidos a partir de garrafas de vinho. Além dos produtos de design, há um restaurante e o projeto de um hotel. Há uma parceira com a Cáritas.
O Magdas Hotel está com uma campanha de financiamento coletivo. O hotel fica entre o Prater e o Museu Hudertwasser.


Obsthof Retter

Cidra e sucos orgânicos produzidos na Áustria.
Código de desconto de 5 euros: FairFair


Allram.

Outros produtores de pães e outras gostosuras orgânicas da região de Viena.


LukasHof
Produtores de pestos, vinagres, mel, hidrolatos entre outros produtos. Membros do Slow Food Styria. Orgânicos desde 1987.


Ich mach es anders Tour
Empreendimento de turismo em Viena, Sabrina faz tours guiados por alguns distritos da cidade. 45 euros por pessoa, em grupos (acho caro).
Desconto: imea_FairFair 2017


Mauracher Bio-Hofbäckerei
Produtos de diversos pães orgânicos em Sarleinsbach. Os pães estão disponíveis em diversas lojas em Viena.


Erdbeer Woche
Empreendimento ligado à menstruação e outras questões femininas. Comercializam absorventes orgânicos, absorventes reutilizáveis e coletores menstruais!
Dica: o pacote de produtos testes por menos de 15 euros!
Tem também absorventes de pano.


Kongy

Marca de esponjas feitas a partir de fibra de Konjac. Achei caro (8 euros) pra um produtos que dura em média 3 meses.


Ringana

Marca austríaca de cosméticos naturais e sem conservantes. Há marca apenas vende online e/ou por consultoras (como a Natura no Brasil).
A moça que nos atendeu foi legal e nos ofereceu o óleo de limpeza da boa, então deixo o contato: Verena.


Gary Mash
Utensílios de cozinha deitos a partir de fibras de bambu e milho. No entanto, ainda produzidos na China.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sobre a vinda do cacique Ládio Veron à Viena

Na semana passada, o cacique da etnia Guarani-Kaiowá Ládio Veron esteve em Viena. Com o objetivo de ampliar o apoio internacional à luta pela terra no Mato Grosso do Sul (MS), e dar visibilidade ao genocídio indígena acontecendo há tantos anos por lá, ele está passando por diversos países da Europa em uma viagem financiada pelo Tribunal Popular. Acompanhando o cacique voluntariamente nessa viagem com fundos próprios enquanto tradutor e facilitador, está Jordi, espanhol que vive no Brasil e trabalha como educador em São Paulo, possivelmente na TI Jaraguá.

Se você ainda não sabe do genocídio dos Guarani-Kaiowá, há um relato oficial no site da Câmara dos Deputados e na página do ISA.

O povo Guarani-Kaiowá vive em constante conflito com pistoleiros, milícias e paramilitares dos grandes fazendeiros no Mato Grosso do Sul. Marcos Veron foi executado em 2003.  Cloudione Rodrigues Souza em 2016. Eles vivem hoje como refugiados de guerra em barracas de lona às margens das rodovias, por ser território da União. Mas não se come, não se caça, não se planta, não se vive dignamente nessas condições.

O território hoje em disputa pelos Guarani-Kaiowá é ocupado por cana-de-açúcar e usinas. Vale relembrar da relação entre açúcar e trabalho escravo no Brasil, que no MS costuma ser mais que em outros estados, de trabalhadores indígenas.

O povo Guarani precisa de terra para poder viver conforme suas práticas e costumes. Hoje uma Reserva Indígena próxima a Dourados abriga mais de 15 mil indígenas, em um território que não tem capacidade de carga para todas essas pessoas (3500 hectares). Eles tentam reconquistar os territórios perdidos durante o processo de regulamentação fundiária, mas são constantemente despejados. Em março deste ano a ministra Carmen Lúcia barrou uma ação e reintegração de posse contra os Guarani-Kaiowá, pelo grave risco de perdas de vidas humanas. Existem, ao menos, pequenas vitórias.

Se você é um urbanóide e acha que 3500 hectares está mais que bom, preciso te explicar que não. O modo de vida indígena não é o mesmo de um morador de apartamento na Zona Sul do Rio ou em São Paulo. Eles precisam de terra para produzir, se não tudo, boa parte da sua subsistência. Não se pode usar os mesmos parâmetros de vida que a nossa cultura neoliberal nos impõe para eles. Do ponto de vista legal, já existem 16 terras homologadas pela FUNAI, mas que ainda não passaram pela assinatura enquanto decreto presidencial. A PEC 215 piora o cenário, passando a demarcação de terras indígenas do poder executivo para o legislativo.


Para saber mais sobre os Guarani-Kaiowa, acesse:
- Entrevista com Spenzy Pimentel
- Comitê Internacional de Solidariedade ao Povo Guarani-Kaiowá
- Reserva Indígena de Dourados (Jaime Ribeiro de Santana Junior)
- Sobre a demarcação das terras Kaiowá e Guarani no Mato Grosso do Sul
- Para entender mais sobre demarcação - FUNAI


Qual o objetivo dessa jornada?

O povo Guarani-Kaiowá organizará um seminário de observação internacional em seu território, a partir de 15 de agosto, que culminará com uma plenária.

Nesse momento, eles buscam observadores internacionais para participar deste acampamento que durará quase 2 semanas. Em Viena, quem organizou a vinda do cacique Ládio foi o grupo Samba Attac (que além de se engajar com questões políticas no Brasil, faz samba).

Há necessidade agora é mobilizar cidadãos austríacos (preferencialmente que falem português) e mobilizar fundos para que eles possam ir ao Brasil.

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Uma pequena experiência pessoal, pra você que não acredita na violência do MS

Volta pra 2011, quando eu trabalha pro GAIA Social nos municípios de Brasilândia e Três Lagoas para um projeto financiado pelo Instituto Votorantim: responsabilidade social empresarial.

Trabalhava em um diagnóstico sócio-econômico, que seria usado de base para o o estabelecimento de cadeias produtivas locais. Como o objetivo era integrar as comunidades mais vulneráveis, fazia parte do processo inicial avaliar o potencial e o interesse da comunidade em participar do projeto.

No entanto, para se visitar uma Reserva Indígena pela primeira vez é necessário estar acompanhado de um agente da FUNAI. Pela manhã, peguei o carro do projeto e fui buscar o técnico da FUNAI no escritório no centro da cidade, em Brasilândia. Dali tínhamos algo em torno de 40 quilômetros em estrada de terra arenosa do cerrado até a aldeia.

Eu estava dirigindo, e lá pelo quilômetro 10 desse trajeto, no meio dos chacoalhões dados pelo carro por conta das ondas de areia na estrada, vejo que o técnico ao meu lado estava sem o cinto de segurança.
 - Será que você poderia colocar o cinto? O carro está chacoalhando, por segurança.
Ele levanta a camisa, e me mostra uma pistola na altura da cintura.
- Sabe o que é, não posso colocar o cinto, porque se algum carro interceptar a gente na estrada, eu preciso conseguir me mexer rápido pra sair do carro.
Meu coração dispara. Oi?? Como assim? E eu, fico aqui pra ser baleada? Começo a dirigir com todos os sentidos, esperando uma emboscada a qualquer minuto.
- Eu investiguei a venda ilegal de maquinários pelo antigo cacique, que fugiu com o dinheiro. Achei as máquinas, mas os fazendeiros que compraram os equipamentos ilegalmente não querem ser investigados. Então estou marcado de morte.

Em menos de 4 dias, felizmente, ele conseguiu ser realocado pela FUNAI em outro município, para ter a chance de seguir vivendo.

O que acontece com muitos fazendeiros no Mato Grosso do Sul, é crime organizado, extremamente armado, e sem nenhum pudor em tirar vidas.




Demarcação Já!




sábado, 6 de maio de 2017

Um passeio no Museu de História Natural de Viena


No final de março aproveitei o último dia do meu desconto pague 1, leve e 2, e levei uma companheira de aventura pra passear no Museu de História Natural de Viena.

A primeira vez que eu fui a um Museu de História Natural foi em La Plata, na Argentina. Desde então, acho eles a coisa mais interessante do mundo. Visitei todos os de Paris (lá são vários prédios separados), o de Londres, de várias outras cidades menores (como Bergamo),  e finalmente, o de Vienna.

Em um museu de história natural você pode encontrar pedras (a parte de mineralogia), fósseis (os esqueletos e outras partes de animais, plantas e outros seres vivos que petrificaram durante a história geológica), até animais empalhados (taxidermizados) e plantas. 

Se você quer se surpreender com coisas não antes imaginadas, como ver verdadeiros fósseis de dinossauros, esqueletos de animais extintos a menos de 100 anos, e entender o quanto a espécie humana tem dedo em várias coisas acontecendo ao redor do mundo, não deixe de passar.

É também uma outra opção para conhecer sobre animais e vê-los, sem ser zoológicos, ainda que muitos animais de fato tenham morridos simplesmente para serem peças de museu.

A entrada custa 10 euros, e às quartas-feiras, o museu fica aberto até às 9 da noite. Fora a coleção em si, que é fantástica, o prédio construído ainda durante o Império no fim do século 19, é uma atração a parte.


Escultura feita com quarzo rosa.

Fóssil de tartaruga!!!




Fora a parte zoológica, há uma sessão sobre a evolução humana e arqueologia.
E aí dá pra brincar de colocar sua fotinha em reconstruções de roupas de diferentes períodos.




Aqui estou transformada em uma Homo floresiensis, que viveu na Terra entre 95 e 17 mil anos atrás.

"As a Homo floresiensis, you live just 95,000 to 17,000 years ago on an island in what is now Southeast Asia. You are verysmall... with a brain only about a third the size of modern humans. But you make tools, control fire, hunt a variety of animals, and your small size helps you survive on an island with limited resources."






quarta-feira, 3 de maio de 2017

6 idéias criativas para presentear

Há um ano atrás, escrevi sobre o quanto não gosto da ideia do "Amigo da onça", onde pessoas gastam dinheiro comprando objetos inúteis vindo da China.

Como não vale só criticar, fica a dica de presentes mais interessantes para o próximo aniversariante, dia dos namorados, mães, ou qualquer ocasião que caiba!

1. Objetos impressos de artistas independentes

Crocomila é a assinatura da arquiteta e cartunista Diana Helene.
As gravuras da mesma estão disponíveis em diferentes objetos pelos Society 6.
Nessa página você encontra o trabalho de muitos outros artistas.

Tem muita coisa.
Outra ideia são as estampas e tecidos do Atelier Veredas.

Estampa Arranjo, Atelier Veredas

2. Roupas artesanais

Cachecóis e outras peças de vestuário da Alecrim.


Cachecol capuz da Alecrim


3. Livros de editoras independentes

Há uma quantidade imensa de conteúdo literário de ficção e não-ficção, infantil, adulto, produzido por editoras independentes ou editados por Crowfunding. Dê uma chance a esses artistas, e aos amigos de poderem desfrutar de novos conteúdos.

Algumas ideias.

Editora Polen - Tem edições interessantes sobre mulheres na história, feminismo, além de quadrinhos e algumas edições infantis.


4. Procure a feira de artesanato local
Quase toda cidade tem uma feira de artesanato. Além de você fazer girar o dinheiro localmente, fazendo a economia da sua região crescer, é possível fazer pedidos específicos de peças, e concriar junto dos produtores.

Fora as feiras, procure os pequenos ateliês da sua cidade.
Em Itajubá, o Ateliê Mani tem desenvolvido peças de ourivesaria com prata, cordões de plantas amazônicas e pedras coletadas em Minas Gerais.

Pulseira de pedra Opala com fio de tucum. Ateliê Mani - MG

5. Música independente

Há muita música boa e de qualidade que você não se ouve na rádio e na TV.

A Tratore é uma das distribuidoras dos músicos independentes no Brasil.

Música infantil
Cantavento
Encantoré

Música pra todas as idades
Conjunto Subindo a Ladeira

6.Tratamentos e cuidados pessoais

Massagens, sessões de acupuntura, osteopatia, reiki, cursos, são excelentes maneiras de presentear alguém! Procure profissionais na sua região!
Em Campinas, recomendo a terapeuta Elisa Milluzi, mas tem também muitos outros profissionais!


Tem algumas outras ideias disponíveis no post "6 marcas brasileiras que você precisa conhecer".